terça-feira, 27 de outubro de 2015

O socialismo da China


Ao contrário da Suíça, a China ocupou o ranking quinquagésimo quinto lugar apresentando um PIB de apenas 4,384 de dólares.
A China é um dos países mais populoso do mundo, o que pode contribuir também para sua desestabilidade econômica. Devido a isto ela tornou-se mais atraente e, assim tanto os países da Europa como também os Estados Unidos voltaram seus olhos para ela. De acordo com informações do Blog da EENI (Escola de negócios) ela é o maior mercado do mundo, com mais de 1.338 milhões de potenciais consumidores (25% deles vivem nas cidades) e com um crescimento do PIB entre 7% e 8%. Em termos de PIB é a segunda potência mundial, tendo ultrapassado potências econômicas como Espanha, Canadá ou Brasil. Segundo o Banco Mundial, se prevê que para o ano de 2020 seja a primeira potência econômica mundial, representando perto de 40% da produção mundial.
Um ponto negativo que preocupa a muitos é o fato da China ter passado de vítima para autora de um crime, pois cegada pelos seus planos extremamente capitalistas, não mede esforços para destruir a flora e a fauna da Nicarágua. O que nos levam a concluir que a China socialista já não mais existe. Então o ponto negativo que podemos atribuir a China não caberia ao socialismo e sim ao comportamento capitalista que ela está assumindo. by V. Schär 

O capitalismo suíço!


Assim, o que resta dizer que o ponto positivo visto neste país é a distribuição salarial, a economia anda bem, porque uma maioria está bem. Uma prova disso é o PIB suíço apresentado em 2010 que ocupou o quarto lugar, depois de Luxemburgo, Noruega e Qatar. Por outro lado, a taxa de suicídio do país é elevado, o que confirma que a sociedade não é muito saudável apesar de sua riqueza.
A conformidade do suíço é também exigida pelo sistema. E uma forma encontrada para estabilizar esta conformidade é o duro consenso de que os suíços devem fazer o que eles devem fazer: pagar um imposto alto, servir ao exército, pagar um seguro saúde obrigatório e privado. Esta é uma forma de ser pressionado pelo governo, uma forma de consenso exigido por um sistema capitalista com aspectos de uma ditadura moderna.
Um ponto positivo da Suíça é que o país oferece uma educação de ótima qualidade em troca dos impostos pagos. A tecnologia é de ponta e a economia funciona, no entanto, tudo resume-se na economia. Quase não há uma cultura, quase não há literatura, definitivamente não existe uma gramática que represente a língua suíça-alemã, tudo resume-se em trabalho. Os suíços não fazem nada além de trabalhar e se entregar ainda mais ao conformismo.

Não ser presa nem para os vícios da vida!

Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;
Colossenses 2:8

domingo, 25 de outubro de 2015

Para Varennes, um povo ao qual se quer devolver a liberdade deve ser formado de novo.

BlLLAUD-VARENNES.
“Um povo ao qual se quer devolver a liberdade deve ser formado de novo. É preciso destruir antigos preconceitos, mudar hábitos arraigados, corrigir afeições depravadas, restringir as necessidades supérfluas, extirpar vícios inveterados... Cidadãos, a inflexível austeridade de Licurgo criou a base inabalável da República espartana. O caráter fraco e confiante de Sólon mergulhou Atenas na escravidão. Este paralelo encerra toda a ciência de governar.”

Duas espécies de perversão

Duas espécies de perversão
         "O Senhor de Montalembert (político e escritor), ao adotar o pensamento contido na famosa proclamação do Senhor Carlièr, dizia: “É preciso combater o socialismo.” E por socialismo acredita-se que, segundo a definição do Senhor Charles Dupin, ele queria dizer espoliação.
Mas de que espoliação estava ele falando? Pois há dois tipos de espoliação: a legal e a ilegal.
        Não creio que a espoliação ilegal, tal como o roubo e a fraude, que o Código Penal define, prevê e pune, possa ser chamada de socialismo. Não é ela que ameaça sistematicamente a sociedade em suas bases. Aliás, a guerra a este tipo de espoliação não esperou o sinal verde do Senhor de Montalembert ou do Senhor Carlier. Ela já havia começado desde o início do mundo. Muito tempo antes da Revolução de fevereiro de 1848, antes mesmo do aparecimento do socialismo, a França já possuía polícia, juizes, guardas, prisões, cadeias e forcas. É a própria lei que conduz esta guerra e seria desejável, penso eu, que a lei sempre tivesse esta atitude com relação à espoliação."

Frédéric Bastiat (1801-1850)

Como identificar a espoliação legal

Como identificar a espoliação legal
    "Mas como identificar a espoliação legal? Muito simples. Basta verificar se a lei tira de algumas pessoas aquilo que lhes pertence e dá a outras o que não lhes pertence. E preciso ver se a lei beneficia um cidadão em detrimento dos demais, fazendo o que aquele cidadão não faria sem cometer crime. Deve-se, então, revogar esta lei o mais depressa possível, visto não ser ela somente uma iniquidade, mas fonte fecunda de iniquidade, pois provoca represálias. Se essa lei — que deve ser um caso isolado — não for revogada imediatamente, ela se difundirá, multiplicará e se tornará sistemática.
    Sem dúvida, aquele que se beneficia com essa lei gritará alto e forte. Invocará os direitos adquiridos. Dirá que o estado deve proteger e encorajar sua indústria particular e alegará que é importante que o estado o enriqueça, porque, sendo rico, gastará mais e poderá pagar maiores salários ao trabalhador pobre.
    Não se ouça este sofista. A aceitação desses argumentos trará a espoliação legal para dentro de todo o sistema. De fato, isto sempre ocorreu. A ilusão dos dias de hoje é tentar enriquecer todas as classes, à custa umas dasoutras. Isto significa generalizar a espoliação sob o pretexto de organizá-la. "
Frédéric Bastiat (1801-1850)

A lei defende a espoliação

A lei defende a espoliação
    "Mas não é isso o que acontece. Às vezes a lei defende a espoliação; outras vezes, a leva a cabo por suas próprias mãos, no intuito de poupar o beneficiário da vergonha, do perigo e do escrúpulo. Às vezes ela usa todo o aparato da magistratura, da polícia, guardas e prisão em prol do espoliador, tratando como criminoso o espoliado que se defende. Em uma única palavra: existe a espoliação legal e é dela que, sem dúvida, fala o Senhor de Montalembert.
    Essa espoliação legal pode ser apenas uma mancha isolada no seio das medidas legislativas de um povo. Se assim for, é melhor apagá-la o mais rápido possível, sem maiores discursos ou denúncias, a despeito da grita dos interessados."

Frédéric Bastiat (1801-1850)