domingo, 25 de outubro de 2015

Para Varennes, um povo ao qual se quer devolver a liberdade deve ser formado de novo.

BlLLAUD-VARENNES.
“Um povo ao qual se quer devolver a liberdade deve ser formado de novo. É preciso destruir antigos preconceitos, mudar hábitos arraigados, corrigir afeições depravadas, restringir as necessidades supérfluas, extirpar vícios inveterados... Cidadãos, a inflexível austeridade de Licurgo criou a base inabalável da República espartana. O caráter fraco e confiante de Sólon mergulhou Atenas na escravidão. Este paralelo encerra toda a ciência de governar.”

Duas espécies de perversão

Duas espécies de perversão
         "O Senhor de Montalembert (político e escritor), ao adotar o pensamento contido na famosa proclamação do Senhor Carlièr, dizia: “É preciso combater o socialismo.” E por socialismo acredita-se que, segundo a definição do Senhor Charles Dupin, ele queria dizer espoliação.
Mas de que espoliação estava ele falando? Pois há dois tipos de espoliação: a legal e a ilegal.
        Não creio que a espoliação ilegal, tal como o roubo e a fraude, que o Código Penal define, prevê e pune, possa ser chamada de socialismo. Não é ela que ameaça sistematicamente a sociedade em suas bases. Aliás, a guerra a este tipo de espoliação não esperou o sinal verde do Senhor de Montalembert ou do Senhor Carlier. Ela já havia começado desde o início do mundo. Muito tempo antes da Revolução de fevereiro de 1848, antes mesmo do aparecimento do socialismo, a França já possuía polícia, juizes, guardas, prisões, cadeias e forcas. É a própria lei que conduz esta guerra e seria desejável, penso eu, que a lei sempre tivesse esta atitude com relação à espoliação."

Frédéric Bastiat (1801-1850)

Como identificar a espoliação legal

Como identificar a espoliação legal
    "Mas como identificar a espoliação legal? Muito simples. Basta verificar se a lei tira de algumas pessoas aquilo que lhes pertence e dá a outras o que não lhes pertence. E preciso ver se a lei beneficia um cidadão em detrimento dos demais, fazendo o que aquele cidadão não faria sem cometer crime. Deve-se, então, revogar esta lei o mais depressa possível, visto não ser ela somente uma iniquidade, mas fonte fecunda de iniquidade, pois provoca represálias. Se essa lei — que deve ser um caso isolado — não for revogada imediatamente, ela se difundirá, multiplicará e se tornará sistemática.
    Sem dúvida, aquele que se beneficia com essa lei gritará alto e forte. Invocará os direitos adquiridos. Dirá que o estado deve proteger e encorajar sua indústria particular e alegará que é importante que o estado o enriqueça, porque, sendo rico, gastará mais e poderá pagar maiores salários ao trabalhador pobre.
    Não se ouça este sofista. A aceitação desses argumentos trará a espoliação legal para dentro de todo o sistema. De fato, isto sempre ocorreu. A ilusão dos dias de hoje é tentar enriquecer todas as classes, à custa umas dasoutras. Isto significa generalizar a espoliação sob o pretexto de organizá-la. "
Frédéric Bastiat (1801-1850)

A lei defende a espoliação

A lei defende a espoliação
    "Mas não é isso o que acontece. Às vezes a lei defende a espoliação; outras vezes, a leva a cabo por suas próprias mãos, no intuito de poupar o beneficiário da vergonha, do perigo e do escrúpulo. Às vezes ela usa todo o aparato da magistratura, da polícia, guardas e prisão em prol do espoliador, tratando como criminoso o espoliado que se defende. Em uma única palavra: existe a espoliação legal e é dela que, sem dúvida, fala o Senhor de Montalembert.
    Essa espoliação legal pode ser apenas uma mancha isolada no seio das medidas legislativas de um povo. Se assim for, é melhor apagá-la o mais rápido possível, sem maiores discursos ou denúncias, a despeito da grita dos interessados."

Frédéric Bastiat (1801-1850) 

sábado, 24 de outubro de 2015

A Lei segundo Frédéric Bastiat

"A LEI PERVERTIDA! E com ela os poderes de polícia do estado também pervertidos! A lei, digo, não somente distanciada de sua própria finalidade, mas voltada para a consecução de um objetivo inteiramente oposto! A lei transformada em instrumento de qualquer tipo de ambição, ao invés de ser usada como freio para reprimi-la! A lei servindo à iniquidade, em vez de, como deveria ser sua função, puní-la! Se isto é verdade, trata-se de um caso muito sério, e é meu dever moral chamar a atenção de meus concidadãos para ele."

Frédéric Bastiat (1801-1850)

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Sobre os recursos da Bíblia


Lendo Provérbios 3:9-10 podemos interpretar o seguinte, honrar o Senhor com todos os nossos recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações como sendo dar todos recursos financeiros ao Senhor. Primeiramente é importante ressaltar que Provérbios foi escrito pelo rei Salomão, rei por herança. Assim torna-se-á fácil de entender porque nos versículos 9 e 10 é falado de recursos, porém o que é mencionado é sobre colheitas de todas plantações e não dinheiro.
A interpretação pode ser completada com a leitura de Eclesiastes onde o próprio Salomão fala que “tudo é vaidade”. Lembrando com tudo que o livros dos Provérbios faz parte do Velho Testamento e foi escrito com bases de uma economia dos reis, por isso fala de dízimos como sendo os impostos atuais. Pagamos impostos ao Estado, ao governo federal para que melhorias sociais fossem feitas. Pelo menos esta é forma como deveria funcionar. Os impostos deveriam ser revestidos na melhoria educacional, da saúde e cultura. E para onde vão os dízimos e ofertas que fieis pagam à igrejas?
Provérbios 3:9-10
9 Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; 10 os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho.

Os cuidados com a tal alienação

Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;
Colossenses 2:8
graças.
Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo;
Colossenses 2:7,8